domingo, 18 de novembro de 2012

CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO


Nota Editorial


Propósitos ocultos
 
Dois criativos andam a propor ao movimento folclórico nacional, e com representação lusa no estrangeiro, a edição de vários volumes de uma publicação que compreenderá um inventário “integral de todos os Grupos e Ranchos Folclóricos”, como “Grupos de cariz Etnográfico”. Os autores prometem a “divulgação nacional e internacional”, não adiantando nada relativamente à forma como se processará essa “divulgação”. Desconhecendo o número de grupos aderentes, os autores já anunciam a edição de 5 volumes. Não são referidos, por ora, encargos para a participação. O projecto faz antever outros resultados financeiros para os promotores do projecto: a venda maciça (?) das edições.
São de má memória outros projectos similares que caíram sobre o movimento folclórico em tempo não muito distante, e que trouxeram grandes dissabores a quantos os participaram, como foi o caso dos famigerados vídeos do “Folclore Português”. Aqui, o tiro terá saído ao lado antes do projecto abortar, inundado de muitas irregularidades e aldrabices, com muitos dinheiros arrecadados a troco de nada.
Uma conceituada associação etnográfica fez-nos chegar o recado que de imediato serviu de resposta à proposta: “Esta associação não participará na edição referida, seguindo o nosso propósito e esforço desenvolvido ao longo de mais de 15 anos para dignificar o folclore. Nesta oportunidade, alertamos que a reunião dos chamados “ranchos” com os grupos de folclore, num mesmo espaço e sem critérios válidos para expor a autenticidade histórica, reforçará a confusão instalada na comunidade portuguesa sobre o “folclore”, seja ao nível dos decisores políticos, seja da comunicação social e dos cidadãos em geral. Em particular o esforço que a Federação do Folclore Português tem vindo a fazer para elevar a expressão das tradições do povo português a um patamar de maior respeito, cairia completamente por terra, tornando inglório e inútil este esforço e os investimentos já realizados”.
Talvez seja este o caminho a seguir pelos demais receptores da proposta, “Grupos e Ranchos Folclóricos, e Grupos de cariz Etnográfico”.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
Apartado 518 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com
Telefone 243 599 429 – TM 919126732

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

CAPA DA EDIÇÃO DE SETEMBRO

                                                    

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

CAPA DA EDIÇÃO DE AGOSTO

JORNAL FOLCLORE

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CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO

quinta-feira, 31 de maio de 2012


JORNAL FOLCLORE

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CAPA DA EDIÇÃO DE JUNHO

sexta-feira, 30 de março de 2012

CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL


RESUMO DA EDIÇÃO DE ABRIL



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Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line

N.º 194 (Abril)

TÍTULOS DA EDIÇÃO


NOTA EDITORIAL

Crianças “guerreiras” de varapau em riste…
A tontaria adulta, criada em tempos recentes entre algum movimento folclórico do Ribatejo, levou ao aparecimento de uma suposta “dança folclórica”, que tem sido o ex-libris do reportório de três ou quatro grupos, auto-denominados de folclóricos. O disparate passou já para a prática infantil. Mau grado, quando o absurdo da dança ultrapassa qualquer regra de bom senso que nem à condição adulta será tolerável. O despropósito da criada “dança” consiste numa feroz disputa entre dois elementos, que de varapau em riste pretende mostrar uma apurada técnica de execução dançada ao som de um fandango. A violência da disputa dançada (?) atinge por vezes tal ímpeto que os resistentes cacetes se desfazem em pedaços, e não raras vezes deixam mossa entre quem arrisca a habilidade. Mais que uma imaginada dança, a exibição assume foros de alguma violência, na procura de um “guerreiro” dominante.
A cena repetiu-se um destes dias numa actividade folclórica entre uma formação infantil, onde duas crianças se disputaram de forma aguerrida, decerto à procura de muitas palmas. Mas nem sempre os aplausos premeiam a habilidade dos destemidos bailadores. E o folclore, não podendo servir para criar disparates entre as classes adultas, muito menos deverá servir para levar as crianças ao engano quando se iniciam na prática das danças tradicionais. O folclore infantil passa por brincadeiras inocentes, simples e naturais, sempre exercitadas de forma galhofeira, divertida e feliz. E não violenta.
O director

EDITORIAL

A formação jovem

DESTAQUES

- Jornadas de informação e esclarecimento para jovens folcloristas preparam para o folclore

Estão a decorrer por todo o País acções de formação para jovens participantes dos grupos folclóricos, preparando-os para a representação do folclore. A iniciativa é do Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português e tem a colaboração dos Núcleos Técnicos Regionais. As primeiras acções tiveram lugar a Sul, no Algarve, e nas regiões do Oeste e Ribatejo. A próxima já está agendada para o Alentejo.
(Desenvolvimento na edição impressa)


- A reciclagem necessária
“O actual Presidente, Fernando Ferreira, conhecedor dos desencantos e críticas, elaborou um programa conducente a modificar um “status quo” que parecia ganhar musgo dadas as omissões, atropelos e desacertos que proliferavam no mundo do folclore”. Por: Dr. Mário Nunes
(Desenvolvimento na edição impressa)


NOTÍCIAS

- Associação de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional promoveu mostra de trajes tradicionais em Alenquer
- Rancho de Salvaterra de Magos recebeu o diploma de membro efectivo da Federação
- Rancho da Região de Leiria inaugurou novo espaço social
Recuperação de trajes tradicionais incentivada pela Fundação INATEL
- Encontro das Tradições Açorianas em Angra do Heroísmo
- Grupo Folclórico da Corredoura comemorou 56.º aniversário
- Folclore de Ponta Delgada dá título a DVD
- ‘Os Saloios da Póvoa da Galega’ comemoram o 44.º aniversário
- Peregrinação de grupos folclóricos a Fátima é no dia 22
- Espectáculo ‘A Viagem’ passou pela Capital da Cultura
- Amigos do Jornal Folclore foram sensíveis ao apelo lançado na última edição
- Câmara de Beja impõe condições para apoiar candidatura do Cante Alentejano
- Aldeia do Alentejo quer criar o maior taleigo do mundo
- Lampreia foi rainha na Casa do Minho
- Festival comemorou o 31.º aniversário do Rancho da Peralva (Tomar)
- Grupos federados em França realizaram o habitual Festival de Folclore
- Escola Infantil de Folclore de Almeirim organizou a sua primeira festa de folclore
- Festival Internacional de Folclore de Almeirim com oito formações estrangeiras.



OPINIÃO
- A avaliação técnica dos grupos de folclore. Por: Bertino Coelho Martins, etnomusicólogo
- CONSERVAÇÃO DE DOCUMENTOS ETNOGRÁFICOS. Por: Insp. Lopes Pires


SECÇÕES:

- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – Limites temporais da representatividade, pelo Eng.º Manuel Farias
- Os Grupos Etnográficos e a sua força cultural, pelo Insp. Lopes Pires


- PORQUE NÃO TE CALAS?


A S S I N E
Subscreva a assinatura enviando o pedido ao
Apartado 518 – 2000-906 SANTARÉM
ou e-mail: jornalfolclore@gmail.com
Europa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa * 30,00 €




sexta-feira, 2 de março de 2012

CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO


RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
Apartado 518 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com
Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732

Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line

N.º 193 (Março)

TÍTULOS DA EDIÇÃO


NOTA EDITORIAL

16 ANOS

Completam-se 16 anos de interrupta publicação do Jornal Folclore. Ao longo da sua existência foram editadas 193 edições, que somam cerca de 4 mil páginas. Os desígnios a que o Jornal Folclore se propôs – a defesa e divulgação do Folclore e da Etnografia de Portugal – têm sido cuidadosa e conscientemente honrados. Algumas vezes de forma impaciente, mas sempre determinada.
O Jornal Folclore vangloria-se hoje pela qualidade gráfica das suas edições, como pelo exercício do trabalho redactorial. Predicados que são elogiados pelo leitor comum.
Orgulhamo-nos por uma reconhecida referência entre o movimento folclórico do País, como assim nalguns recantos do mundo, onde se celebram os valores culturais tradicionais lusos. Enquanto órgão de comunicação exclusivamente dedicado à cultura popular com publicação regular, o Jornal Folclore será, porventura, único no mundo.
Procurando quanto possível estar onde está o acontecimento, são percorridos milhares de quilómetros pelo País, assim como estamos nas maiores iniciativas com realização nas Ilhas Insulares – Madeira e Açores.
Olhando para mais de uma década e meia atrás, concluímos que valeu a pena um persistente empenhamento na prossecução do projecto, que sempre se pautou pela valorização do movimento folclórico nacional, apelando de forma insistente a uma desejada qualidade da representação. Sem medo das palavras…
Muitos são os promotores folclóricos e dirigentes associativos – ou simplesmente cidadãos anónimos – que nos acompanham na caminhada, subscrevendo a assinatura, adquirindo as edições de forma fidelizada. Uns sempre partilhando a divulgação das actividades dos grupos/ranchos que dirigem; outros, tão só pelo prazer de saber, pela leitura atenta, o que vai acontecendo entre o movimento folclórico.
Lamentamos que o percurso esteja a fazer-se com poucos colaboradores da escrita. Em boa verdade, muito poucos; apenas dois colaboradores seccionistas e outros tantos eventuais. Mas o caminho faz-se andando. E é num andamento reflectido e ponderado que continuamos a caminhar. Até que as forças nos animem na marcha que iniciámos no já distante ano de 1996.

Nota – As edições do Jornal Folclore estão encadernadas em volumes de 2 anos cada, com capa rija, gravada a ouro. Podem ser adquiridas pelo preço de 40 euros (portes incluídos para o Continente e Ilhas).

O director

EDITORIAL

Não há piegas no folclore

DESTAQUES

- Conselhos Técnicos apontam baterias
Federação prepara a despromoção
dos grupos com erros de representação

- Federação inicia acções de formação para jovens
- Rancho de Almeirim comemora aniversário e homenageia o fundador António Cláudio


NOTÍCIAS

- Presidente da Assembleia da República integra comissão de honra da candidatura do Cante a património
- Secretário de Estado da Cultura recebeu candidatura do Cante alentejano
- Comissão Científica da Candidatura do Cante avança com documento final
- Festival Internacional de Folclore de Almeirim está à porta
- Boato infundado “matou” o Grupo da Região do Vouga
- Desfile do Trajo do Distrito de Lisboa em Alenquer
- Casa do Minho promove almoço de lampreia e Encontro de Tocadores de concertina
- Rancho Rosas do Lena prepara comemoração do 49.º aniversário
- Rancho Folclórico de Baião organiza as comemorações do 50.º aniversário
- Peregrinação Nacional de grupos folclóricos a Fátima é no dia 22 de Abril
- Rancho da Casa do Povo de Salvaterra de Magos vai receber o diploma de filiação na FFP
- Instrumentos tradicionais vão ouvir-se na Batalha e em Alcanhões
- Orquestra de Violas da Terra junta várias gerações para valorizar instrumento típico dos Açores
- Pedro Homem de Mello faleceu há 28 anos
- Tomada de posse na Associação de Folclore da Madeira teve honras da presença de personalidades oficiais
- Obras adiam Festival dos Fazendeiros de Montemor
- Caretos em Trás-os-Montes animaram o Carnaval Chocalheiro
- Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja comemorou o ?? aniversário
- Colóquio ‘A Gastronomia Tradicional, a Restauração e o Turismo Local’ em Montargil
- Instrumentos tradicionais encheram de música um serão na Lapa (Cartaxo)
- Autarcas de Azambuja podem ter de pagar 15 mil euros
atribuídos pela câmara a um rancho do concelho


OPINIÃO
- Que Folclore? Por: António Messias
- Educação e Cultura Tradicional. Por: Dr.ª Rita Caetano Rodrigues Cachulo Pote
- O “produto” dos grupos etnográficos. Por: Insp. Lopes Pires


SECÇÕES:

- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – A motivação e o envolvimento, pelo Eng.º Manuel Farias


- PORQUE NÃO TE CALAS?


A S S I N E
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