sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE JANEIRO


JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
Apartado 518 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com
Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732
RESUMO DA EDIÇÃO 179 (JANEIRO 2011)
EDITORIAL
PARECE MAS NÃO É
Saberão alguns grupos que, mudando de farpela e cantarolando de forma algo despropositada cânticos Natalícios estarão desviados de uma efectiva representação etnográfica? Falamos dos trechos anunciados como populares / tradicionais e que mais não são do que temas de composição conhecida. A atender àquilo que se ouve no desempenho de alguns grupos, ficam sérias dúvidas sobre o rigor da representação. Com efeito, em muitos casos as cantilenas ditas de Natal, que se queriam da inventiva popular de tempos idos, mais não são que actuais composições poéticas (?), que se ajuntam a melodias religiosas contemporâneas, rebuscadas nas práticas sacerdotais de hoje.
A completa ausência de uma pesquisa, judiciosa e sensata, das cantigas populares que aludem ao Natal, ao nascimento de Jesus e às três divindades, é o mal de todos os males na reprodução d e alguns cânticos que se ouvem na quadra Natalícia interpretados por grupos folclóricos, porque não são trechos da nossa etnografia, ou seja, são temas de conhecida criação e de um tempo actual.
Aquelas loas e cantares da religiosidade popular, criadas e participadas de forma anónima e colectiva entre as diversas comunidades, estarão arredadas do trabalho de alguns grupos por falta de um trabalho de recolha de temas da criação popular. Não cabem neste espaço os registos de desacertos de cantares Natalícios nascidos no seio do movimento folclórico pelo motivo que referimos. São cantigas de má construção (e de mau gosto), a que se junta uma melodia rebuscada nos cânticos religiosos actuais. No conjunto não há facto tradicional com valor etnográfico. Logo a versão criada estará desajustada numa empenhada representação folclórica. Mau grado quando a nódoa cai em bom pano.
O director
NOTA EDITORIAL
CONGRESSOS
A Federação do Folclore Português voltou a reunir em Congresso os representantes legais dos seus grupos membros. No espaço de dois meses o organismo chama a duas reuniões plenárias o movimento folclórico federado. Haverá porventura um esforço – quanto mais não seja administrativo – para que o trabalho aprovado dos grupos filiados se discipline e se corrija de incorrecções que maculam boa parte da representação folclórica. Os “gritos de Ipiranga” ressoam em cada Congresso, em simples encontros de folcloristas ou em intervenções públicas dos dirigentes. Os reparos ao desempenho de alguns grupos que ostentam o “selo de qualidade”, conferido pelos técnicos do organismo de Arcozelo, são frequentes e repetidos. Os ecos não se têm mostrado intensos e incisivos. Tão pouco terá sido perturbante para alguns dirigentes e responsáveis técnicos, que continuam a fazer valer a velha máxima “Faz o que eu digo, não faças o que eu faço”.
Decerto que no Congresso Nacional realizado há dois meses na Praia da Vitória (Ilha Terceira), foram reforçados os apelos à boa representatividade. E já antes, no Congresso Nacional de Jovens Folcloristas que decorreu em Novembro de 2009, em Guimarães, foram ratificadas por assembleia de mais de mil jovens folcloristas, normas e regras para o melhor desempenho de um sensato projecto de representação tradicional, como: reflectir sobre os desacertos etnográficos; sensibilidade para a triagem dos factos folclóricos; humildade em reconhecer os erros; autenticidade; não adulterar; postura adequada; respeito pela origem. Foram apenas algumas recomendações aprovados pela assembleia de jovens elementos activos de mais de uma centena de grupos de folclore. Porventura constituirão apenas uma página do extenso cardápio de preceitos exigidos pela mostra pública daquilo que são os factos folclóricos, e a que se propõem interpretar os grupos e ranchos de cariz tradicional.
As deliberações votadas em Congresso, e ratificadas por uma assembleia, têm espírito de Lei, e como tal devem ser tidas como regras a respeitar e a cumprir. A não ser assim, não servirá tanto esforço de quem organiza e de quantos participam.
O director
DESTAQUES
CONGRESSO NACIONAL EM AVEIRO REUNIU CENTENAS DE FOLCLORISTAS
Texto e fotos de Manuel João Barbosa

A Federação do Folclore Português reuniu em Congresso os representantes de uma parte dos seus grupos membros. Durante dois dias cerca de setecentos folcloristas estiveram em sessão plenária no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro para tratar e debater a actividade do universo do folclore nacional. A assembleia de folcloristas concluiu-se pela aclamação das recomendações, que foram aprovadas por unanimidade.

Uma firme determinação de acudir às dificuldades e obstáculos que se abatem sobre a actividade folclórica nacional, levou ao Centro Cultural e de Congressos de Aveiro cerca de setecentos folcloristas, representantes de grupos membros do folclore federado. Não constituindo o número que era esperado pela organização, assim mesmo poderá dizer-se que a quantidade de congressistas que esteve no magnífico Auditório do Centro de Congressos porventura significará a força movimento folclórico nacional, que fez caminhar até Aveiro também representantes do folclore luso sediado em França e na Suíça.
(Desenvolvimento na edição impressa)
MANUEL AZENHA - A FLAUTA ENCANTADA
Texto e fotos: Manuel João Barbosa

É um artífice de flautas e domina como poucos os acordes do rudimentar instrumento musical. “Aprendi quando aos oito anos guardava porcos”, confessa sem vergonha os difíceis tempos da sua meninice. Trilhando o caminho dos humildes, comeu o pão que o diabo amassou. Da escola mal ouviu falar, porque os dias eram de trabalho, da alvorada até “noite caída”. Na aspereza da vida, o menino “guardador de porcos” se fez homem. Sempre com uma mão cheia de nada. À sua existência ajuntou a música, que, afirma, “sempre foi a minha paixão”.

Ti’Azenha nasceu há 88 anos num lugarejo do interior norte do concelho de Santarém – Gançaria – então com pouco mais de uma centena de habitantes. A sua meninice foi de agruras, trazidas pela inclemência da vida de então. Mimos de criança nunca conheceu. Muito cedo iniciou os passos que só aos adultos estavam reservados. A ardósia, o caderno e o lápis foram substituídos por um pequeno pau, que o ajudava a conduzir pelas serranias das redondezas uma vara de porcos. Foram assim os dias de escola de um menino franzino, que muito antes do tempo se viu obrigado a crescer.
(Desenvolvimento na edição impressa)

NOTÍCIAS
- Federação do Folclore Português organiza a cerimónia do Óscar Mundial do Folclore em 2012
- Novo executivo toma posse no dia 9 de Janeiro. Federação elegeu novos corpos sociais para o triénio de 2011/2013
- Grupo Cancioneiro de Castelo Branco é o mais novo membro efectivo da Federação
- Rancho da Ribeira de Celavisa lançou CD
- Rancho Rosas do Lena prepara para Março uma semana cultural para comemorar o 48.º aniversário
- Rancho da Lapa (Cartaxo) está a organizar um Encontro de Instrumentos Tradicionais
- Museu de Arte Popular reabriu parcialmente
- Município de Gondomar apoia a actividade folclórica do concelho com 41 mil euros
- Espólio etnográfico ao ‘Deus dará’ em Alpiarça
- S. Torcato (Guimarães): Augusto Freitas foi homenageado e recebeu o Grande Colar Cultural Cruz de Malta
- Grupo Cancioneiro de Cantanhede reúne em jantar convívio
- Grupos comemoram o Natal à mesa
- Associação do Distrito de Lisboa promoveu sessão de formação para grupos associados
- Concurso de Etnografia promovido pela Fundação INATEL teve a final no Teatro Miguel Franco, em Leiria
- Santarém: Cantigas e tradições do Ribatejo no palco do Teatro Sá da Bandeira
- Etnográfico Danças e Cantares do Minho actuou em Malta

OPINIÃO
Representatividade etnográfica. Algumas reflexões e considerações (I). Por: Dr. Daniel Calado Café

SECÇÕES:
ESFINGE – História interminável, pelo Dr. Aurélio Lopes
TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – Recolher nas fotografias, pelo Eng.º Manuel Farias

* PORQUE NÃO TE CALAS?

ALTERAÇÃO DE ENDEREÇO
Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

ALGUNS TITULOS DA EDIÇÃO DE JANEIRO

JORNAL FOLCLORE
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ALTERAÇÃO MORADA
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ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL
MODOS DE OLHAR A CULTURA
NOTA EDITORIAL
CONGRESSOS

DESTAQUES
- CONGRESSO NACIONAL EM AVEIRO REUNIU CENTENAS DE FOLCLORISTAS
- FEDERAÇÃO ELEGEU NOVOS CORPOS SOCIAIS PARA O TRIÉNIO DE 2011/2013
- MANUEL AZENHA. A FLAUTA ENCANTADA

NOTÍCIAS
- FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA A CERIMÓNIA DO ÓSCAR MUNDIAL DO FOLCLORE EM 2012
- MUSEU DE ARTE POPULAR MOSTRA-SE PARCIALMENTE. REABERTURA ANUNCIADA PARA MAIO
- GRUPO CANCIONEIRO DE CASTELO BRANCO É O MAIS NOVO MEMBRO EFECTIVO DA FEDERAÇÃO
- RANCHO DA RIBEIRA DE CELAVISA LANÇOU CD
- CANCIONEIRO DE CANTANHEDE EM JANTAR CONVÍVIO
- ASSOCIAÇÃO DO DISTRITO DE LISBOA PROMOVEU SESSÃO DE FORMAÇÃO PARA GRUPOS ASSOCIADOS
- CONCURSO DE ETNOGRAFIA PROMOVIDO PELA FUNDAÇÃO INATEL TEVE A FINAL NO TEATRO MIGUEL FRANCO, EM LEIRIA
- SANTARÉM. CANTIGAS E TRADIÇÕES DO RIBATEJO NO PALCO DO TEATRO SÁ DA BANDEIRA
- S. TORCATO (GUIMARÃES). AUGUSTO FREITAS FOI HOMENAGEADO E RECEBEU O GRANDE COLAR CULTURAL CRUZ DE MALTA

SECÇÕES:
ESFINGE – , pelo Dr. Aurélio Lopes
TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias
* PORQUE NÃO TE CALAS?
FESTIVAISFestivais a realizar no mês de Janeiro

Alteração morada
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO


RESUMO DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º
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ALTERAÇÃO MORADA
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N.º 178 (DEZEMBRO 2010)

TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL

OSSOS PARTIDOS...

Começa a ser vulgar e corriqueiro nas actuações de muitos grupos folclóricos a cópia- imitação-réplica-reprodução das banalizadas “zaragatas de baile”, que muitas vezes aparecem completamente descontextualizadas da representação e sem uma prévia explicação das causas que levavam a uma altercação nos bailaricos de outrora, eventual e não sistemática como se quer fazer crer. E a figuração, quase sempre desenrolada sem uma antecipada preparação dos protagonistas – como uma dança, é necessário ensaiar (preparar) os figurantes para a encenação – atinge, nalguns casos, foros de uma sinistra forma de descrever a situação que “era violenta”, segundo os protagonistas de agora. E afirmam: “Havia até ossos fracturados e cabeças partidas!”. Por dizer fica – se porventura não foi já dito – que algum brigão tivesse ficado desmembrado...
Embora ajustada a uma realidade social entre as camadas populares de outros tempos, a encenação da ocorrência deve ser contextualizada na representação do grupo e, repetimos, previamente bem encenada, para que a actuação não caia no ridículo, como algumas vezes acontece, levando o público mais desprevenido a acreditar numa verdadeira contenda entre os elementos em desempenho.
O director
NOTA EDITORIAL

A AGONIA
Com apoios escassos, ou mesmo nulos, por parte de quem de direito – as autarquias – os grupos folclóricos respiram sem o oxigénio necessário à sua sobrevivência. De mãos na cabeça, grande parte dos timoneiros temem que o seu barco se afunde irremediavelmente a breve prazo. Só uma imensa carolice permite o “remar” à procura de um porto de salvação. Na completa ausência de fundos, cabe a cada carola persistente suportar do seu bolso a compra do seu traje se quer aprazar-se no rodopio das modas do seu folclore, ou simplesmente representar as tradições e costumes dos seus antecessores, como forma de preservar modos da cultura popular de antanho.
Em nome da crise, as associações foram informadas do corte total, ou parcial, dos subsídios. Uma medida que talvez fosse compreensível não fora o esbanjamento de dinheiros que se verifica noutras áreas, muitas vezes em troca de nada. Já anteriormente o apoio com a cedência de transportes para as viagens pelo País dos grupos folclóricos, foi substancialmente reduzido – uma vez mais dentro de uma óptica economicista – o que obriga a que os grupos tenham de suportar o pagamento das facturas dos alugueres dos autocarros por forma a poderem satisfazer compromissos assumidos.
“Fechar a porta” é expressão já muito ouvida. Os bolsos dos dirigentes e demais cooperantes que regularmente financiam os grupos que integram já estão vazios. A carolice tem limites. Sabe-se que a tudo isto os organismos oficiais, e justamente o poder local, mantêm indiferença e insensibilidade, mesmo quando vêem cair no poço um prestigiado embaixador cultural, que por cantos e recantos do País, e muitas vezes além fronteiras, honram e dignificam a sua terra e exaltam e promovem a própria região.
É público o fracasso da política cultural do País, com a fonte do poder central a jorrar indiferença para as esferas do poder local. Parece que a teoria usada pelos responsáveis do anterior regime – “um povo culto é ingovernável”, diziam – quer hoje prevalecer com níveis iguais aos padrões de outros tempos.
O director

DESTAQUES

- FIGURAÇÃO DA ARISTOCRACIA PODE SOAR A FALSO FOLCLORE. A representação da nobreza nas representações etnográficas

Manuel João Barbosa
Uma análise cuidada às raízes populares pode dizer-nos que não será de todo correcta a representação figurada da nossa aristocracia, ou da nobreza, nas mostras folclóricas, como alguns grupos complementam o seu trabalho de retratação etnográfica. Uma divisão social de outros tempos, tão acautelada pela alta sociedade, primava pelo seu afastamento do povo. Seriam muito poucas as alturas que a laia abastada se permitiria intervir nas manifestações populares. A distinção evidenciava-se pela superioridade e divisão de classes, quase sempre extremada por um certo elitismo, isto é, por uma cultura de elites. Se assim é, teremos como incoerente na representação folclórica a exibição de figurinos ligados às classes superiores pelos grupos de folclore.
Só será folclore aquilo que foi usual entre uma comunidade popular – o povo na sua simplicidade de vestir e de viver – num determinado tempo. Esta definição do facto folclórico valerá com espírito de Lei sempre que se quiser representar os variados aspectos das vivências tradicionais, isto é, aquilo que se considera como “folclore”. O folclore não pode ser uma coisa imaginada e muito menos inventada.(Desenvolvimento na edição impressa)

- TOMAR É UMA EXCEPÇÃO À REGRA? Câmara de Tomar assina protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional da Federação

Manuel João Barbosa
A Câmara Municipal de Tomar acaba de assinar um protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional para a Zona dos Templários. O objectivo passa, entre outros deveres e obrigações, por uma melhor representatividade dos grupos inseridos na área do concelho de Tomar, com acções pedagógicas e de aconselhamento para o melhor desempenho da representação etnográfica e folclórica dos ranchos, em particular do concelho de Tomar.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- AS LÉGUAS DO FOLCLORE. Componente do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, de Lisboa, vive em Pedras Salgadas

Texto e fotos: Manuel João Barbosa
A Lisete Serrano é uma jovem bailadora do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, sedeado na Freguesia de Benfica, em Lisboa. Fá-lo desde os vinte anos. Vão 17 anos de uma completa assiduidade a uma intensa actividade do grupo. O facto não mereceria o destaque da notícia não fora a particularidade da folclorista viver e trabalhar a 446 quilómetros de Lisboa. Com efeito, a dedicada componente vive em Pedras Salgadas, no concelho de Vila Pouca de Aguiar e trabalha em Cerva, no concelho de Ribeira de Pena. Bem no Norte do País (Trás-os-Montes). Mas as centenas de quilómetros não a intimida a meter-se à estrada sempre que o grupo da sua predilecção tem uma actuação. Aos quilómetros da ida somam-se outros tantos da volta. A folclorista “peregrina” nada menos que 900 km para envergar o traje, rodopiar os Viras e marcar os Malhões do folclore do “seu” Minho. Muitas dezenas de vezes por ano. Sem ausências. Por paixão ao folclore.
Nascida em Lisboa há 37 anos, estudou e formou-se em Gestão, com Pós-Graduação em Gestão de Organizações Sem Fins Lucrativos. Contudo, a profissão exigiu-lhe que se radicasse em Cerva, no concelho de Ribeira de Pena, a mais de quatrocentos quilómetros da capital, exercendo funções nos Serviços Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Cerva.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- Associação de Coimbra promoveu Jornadas de etnografia e folclore

Manuel João Barbosa
A AFERM-Associação de Etnografia e Folclore da Região do Mondego, com sede em Coimbra, levou a cabo mais uma edição das Jornadas de Etnografia e Folclore, uma iniciativa que vem promovendo desde há dezasseis anos, e que visa sensibilizar e ajudar os seus grupos associados para uma maior e mais criteriosa representatividade. Personalidades da cultura popular tradicional continuam a oferecer preciosas indicações sobre a matéria em causa, como deixam sensatas advertências sobre a sua representação pública.
A Casa Municipal da Cultura, em Coimbra, recebeu nos dias 6 e 7 de Novembro os participantes da XVI edição das Jornadas de Etnografia e Folclore que a AFERM-Associação de Etnografia e Folclore da Região do Mondego, e que levou a efeito pelo décimo sexto ano consecutivo. A iniciativa procura oferecer ajuda aos grupos da vasta região do Mondego, filiados na AFERM, no sentido de valorizarem quanto possível a sua representatividade, consequência de uma cada vez maior exigência do público que assiste aos espectáculos participados pelos grupos de cariz tradicional – os grupos de folclore.
(Desenvolvimento na edição impressa)

NOTÍCIAS
- Editada a Filmografia completa de Michel Giacometti - Grupo da Região do Vouga reúne à mesa componentes e amigos
- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela esteve na Suíça
- Mau tempo prejudicou encerramento das Bodas de Ouro do Rancho da Correlhã
- Grupo Folclórico de Castelo do Neiva na Eslovénia
- Centenas de lendas de almas penadas, bruxas, lobisomens… Museu do Douro apresenta espólio do Património Imaterial
- Passeio e almoço de convívio assinalaram aniversário do Etnográfico de Alfarelos
- Rancho “Os Camponeses” de Arraiolos comemora as Bodas de Prata
- Grupo Folclórico da Relva actuou no Parlamento Europeu
- Tarde de folclore em Bidoeira de Cima assinalou aniversário do Rancho “As Tecedeiras”
- Noite de Folclore em Fráguas, Rio Maior
- Festa da Adiafa em Benfica do Ribatejo
- Santarém: ‘Modinhas de Antigamente’ reviveram-se nas Fontainhas
- Rancho de Godim, Régua, comemorou 31º aniversário
- Rancho da Ribeira de Santarém promove o canto tradicional do Ribatejo
- Associação de Etnografia e do Folclore do Ribatejo reuniu em Assembleia Geral constituinte
- Arrimal (Porto de Mós): Rancho Luz dos Candeeiros encerra época com jantar de convívio
- Novas tradições populares classificadas como Património Imaterial da Humanidade. Espanha viu aprovado o Flamenco
- Rancho Típico da Amorosa iniciou comemorações dos seus 75 anos
- Costumes vinhateiros na Festa do Vinho e das Vindimas em Bucelas
- Rancho Regional de Fafel em Itália
- Lançado o Cancioneiro da Região de Leiria

OPINIÃO:

- Fado e fados, por Carlos Rego

SECÇÕES:
- ESFINGE – A mulher de César , pelo Dr. Aurélio Lopes
- TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – O andamento do diabo, pelo Eng.º Manuel Farias
- PORQUE NÃO TE CALAS?

Alteração de morada
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Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.
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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE DEZEMBRO

JORNAL FOLCLORE - Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
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ALTERAÇÃO MORADA - Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém. Toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém

N.º 178 (DEZEMBRO 2010)

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO EDITORIAL
EDITORIAL
- Ossos partidos...
NOTA EDITORIAL
- A agonia

DESTAQUES

- FIGURAÇÃO DA ARISTOCRACIA PODE SOAR A FALSO FOLCLORE. A representação da nobreza nas representações etnográficas
- TOMAR É UMA EXCEPÇÃO À REGRA? Câmara de Tomar assina protocolo de cooperação com o Núcleo Técnico Regional da Federação
- AS LÉGUAS DO FOLCLORE. Componente do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho, de Lisboa, vive em Pedras Salgadas
- Associação de Coimbra promoveu Jornadas de etnografia e folclore

NOTÍCIAS
- Grupo da Região do Vouga reúne à mesa componentes e amigos
- Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela esteve na Suíça
- Mau tempo prejudicou encerramento das Bodas de Ouro do Rancho da Correlhã
- Grupo Folclórico de Castelo do Neiva na Eslovénia
- Tarde de folclore em Bidoeira de Cima assinalou aniversário do Rancho “As Tecedeiras”
- Noite de Folclore em Fráguas, Rio Maior
- Festa da Adiafa em Benfica do Ribatejo
- Santarém: ‘Modinhas de Antigamente’ reviveram-se nas Fontainhas
- Associação de Etnografia e do Folclore do Ribatejo reuniu em Assembleia Geral constituinte
- Rancho Típico da Amorosa iniciou comemorações dos seus 75 anos
- Costumes vinhateiros na Festa do Vinho e das Vindimas em Bucelas
- Rancho Regional de Fafel em Itália
- Lançado o Cancioneiro da Região de Leiria

SECÇÕES:
ESFINGE – , pelo Dr. Aurélio Lopes
TRADIÇÃO / INOVAÇÃO – , pelo Eng.º Manuel Farias
PORQUE NÃO TE CALAS?
FESTIVAIS. Festivais a realizar no mês de Dezembro

ALTERAÇÃO DE MORADA
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A S S I N E
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO


RESUMO DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO

JORNAL FOLCLOREPraceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
Apartado 518 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.com
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Bem-vindo ao Jornal Folclore on-line ALTERAÇÃO MORADA Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém N.º 177 (NOVEMBRO 2010)
RESUMO DA EDIÇÃO
EDITORIALDiferentes formas de ver a cultura
Dirigentes de grupos de folclore que regressavam do estrangeiro com malas cheias de atenções e de muita simpatia, diziam-nos: “Encontramos no estrangeiro outras formas de ver o folclore; do público, da comunicação social, de altas individualidades e das próprias entidades oficiais, e muitas vezes chega-nos a emoção e o orgulho da representação, superiormente reconhecida”. E se mais revelações idênticas fossem necessárias, não seria difícil ter aqui uma imensa lista de desabafos análogos.
A referência vem a talho de foice para, comparativamente, analisarmos o que se passa no nosso País em relação aos pontos focados pelos nossos interlocutores. Vejamos: a adesão de público aos comuns Festivais de folclore é esmagadoramente mais diminuta; a comunicação social capricha por um completo alheamento às realizações folclóricas; as altas individualidades primam por uma confrangedora falta de atenção, de cordialidade e solidariedade; as entidades oficiais mantêm de forma angustiante uma vã assistência e protecção às realizações da cultura tradicional.
As lacunas fazem-se sentir em pequenas realizações. Mas o vazio das omissões tem especial efeito nos grandes eventos, muito em especial naqueles espectáculos que são engrandecidos com presenças internacionais. Decerto que a imagem que essas formações levam de Portugal não terá paralelo com aquilo que habitualmente são presenteados nas suas organizações, muito em especial relativamente à presença de entidades com obrigação institucional de compensar moralmente, quanto mais não seja, a entidade organizadora com a sua comparência.
Quanto e como são diferentes as formas de ver e apoiar a cultura em cada pedaço do mundo!
O Director

NOTA EDITORIAL Tocar na ferida dói...
Tocar na ferida dói, naturalmente. Foi isso que aconteceu a um suposto folclorista que se contorceu com uma enorme dor – em todo o corpo que não só do cotovelo – quando leu o texto da Nota Editorial do edição de Outubro, “Folclore? Não!”. E a dor foi tamanha que o autor terá espumado baba e ranho depois de terminar a leitura do nosso comentário, concluindo que estava em causa a notaribilidade do pseudo grupo folclórico que dirige e participa. Quis fazer-se passar por incógnito e escondeu-se atrás do anonimato: “Deixo o meu comentário anónimo”, afirmou o ingénuo cibernauta, que se esqueceu das tecnologias da informática, que permitem identificar o remetente de um e-mail mesmo que anónimo. E num clik ficámos a saber da origem do e-mail e do nome versátil “folclorista” corneliano, activo elemento da Rusga pretensamente folclórica, dos lados de Ponte de Lima.
Num arrazoado mal alinhavado – tão mal alinhavado quanto revela o seu conhecimento dos factos folclóricos e do seu papel de um verdadeiro folclorista – o limiano acha que “é uma pouca vergonha este tipo de mensagem”, adiantando que “para um director de jornal, que deve ser uma pessoa culta e muito estudada usa palavras inapropriadas e de baixo nível”. Ou “não percebe muito de folclore, ou talvez esteja com dor de cotovelo”. Realmente será de ter inveja da obra criada...
O pseudo folclorista termina com um desabafo que atesta a veracidade da denúncia da inadequada formação “folclórica” que passou pelo palco do Festival de Santarém: “Talvez estivesse stressado por não ver as pernas”... Elementar!
O director
DESTAQUES PRAIA DA VITÓRIA RECEBEU CONGRESSO NACIONAL DE FOLCLORE
A Federação do Folclore Português realizou nos primeiros dias de Outubro um Congresso Nacional na Ilha Terceira (Açores). A assembleia de folcloristas foi participada por cerca de centena e meia de congressistas do Continente, que se juntaram a pouco mais de uma dúzia de folcloristas das Ilhas dos Açores e da Madeira, e ainda de duas representações Lusas em França e no Canadá. Os trabalhos levados à discussão e reflexão, abordaram a problemática do folclore, não só Insular como Continental. Fernando Ferreira, presidente da Federação, apelou à unidade colectiva de esforços no sentido de em conjunto se salvaguardar o património imaterial – o folclore.
(Desenvolvimento na edição impressa)

RANCHO DE MONCARAPACHO INAUGUROU NOVA SEDE
O Rancho Folclórico de Moncarapacho acaba de se instalar num bonito e funcional edifício, cedido pela Câmara Municipal de Olhão. Uma antiga construção, que foi durante muitas décadas a estrutura escolar da freguesia, transformou-se num vistoso e funcional espaço, graças a um protocolo de cedência estabelecido entre a autarquia e o grupo. Não sendo uma cedência vitalícia, a transferência do património está fixada num período de tempo alargado – cinquenta anos.
Desenvolvimento na edição impressa)

BODAS DE PRATA PARA O RANCHO DA SENHORA DO MONTE DE PEDROSO
O Rancho Folclórico Nossa Senhora do Monte de Pedroso (Vila Nova de Gaia) comemorou de forma festiva as suas Bodas de Prata, que decorreram nos dias 8,9 e 10 de Outubro. Na cerimónia evocativa do aniversário, assistida por muito público, estiveram presentes entidades autárquicas e representantes de várias instituições, como outras individualidades. O percurso de uma prestigiada actividade ao longo de vinte e cinco anos, mereceu destaque generalizado de quantos foram solicitados a deixar o testemunho público do seu apreço pelo honroso desempenho do projecto cultural e social do lugar da Senhora do Monte de Pedroso.
(Desenvolvimento na edição impressa)

ALHANDRA ENCONTROU-SE COM TRADIÇÕES DO RIBATEJO E OESTE
Promovido pela Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa, teve lugar no dia 17 de Outubro, em Alhandra (Vila Franca de Xira), um Encontro de Tradições, que decorreu no Auditório da Sociedade Euterpe Alhandrense. A iniciativa, na sua IV edição, contou com a participação de uma dezena de grupos associados e mereceu a presença de algumas entidades, como a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, representada por dois vereadores, e a Federação do Folclore português, representada pelos elementos do Conselho Técnico Regional do Ribatejo.
(Desenvolvimento na edição impressa)

NOTÍCIAS
- RTP prepara concurso de folclore. O que virá aí?
- Federação prepara novo Congresso Nacional
- Comissão exige a publicação das actas e comunicações do último Congresso de Folclore do Ribatejo
- “Homo Taganus” – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e Folclore do Ribatejo em Assembleia-geral constituinte no dia 7 de Novembro
- Famalicão: Feira rural em Joane promoveu gastronomia regional
- Gondomar: Rancho de Zebreiros esteve na Feira das Tasquinhas
- Festa das vindimas na Régua preserva tradições
- Arraial Minhoto em Benfica (Lisboa)
- Rancho "Os Camponeses" de Santana do Mato em Murcia
- Rancho de Borbela finalista do Concurso de Etnografia da Fundação INATEL
- Adufeiras de Monsanto apresentaram colectânea de canções populares
- Folclore de Mortágua contagia região de Múrcia
- Grupo Danças e Cantares de Carreço na Ucrânia
- Grupo Cultural Semente, de Anta (Espinho), em França
- Rancho Regional do Sorraia (Coruche) na Polónia
- Rancho Folclórico do Bairro de Santarém nas Astúrias
- Lisboa vibrou com o XI Festival de Folclore do Grupo de Danças e Cantares Besclore
- Rancho Folclórico de Dem festejou o seu sexagésimo aniversário
- Rancho da Casa do Minho promoveu uma romaria minhota nos Jardins de Belém
- Rancho “As Lavadeiras do Sabugo” festejaram aniversário com festa de folclore
- Grupo Folclórico de Crastovães levou Festival ao conforto do seu espaço social
- Festival do Grupo “Os Pioneiros” de Vendas Novas com casa cheia

OPINIÃO- Grupos de Folclore são garante de cultura e democracia
Por: Mário Nunes
- Diversificar as maneiras de apresentar o folclore com “mostras temáticas”
Dr. Luís Nazaré
SECÇÕES: ESFINGE Pelo Dr. Aurélio Lopes TRADIÇÃO / INOVAÇÃO Pelo Eng.º Manuel Farias * PORQUE NÃO TE CALAS? FESTIVAISFestivais a realizar no mês de Novembro Alteração moradaInformamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte: Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém A S S I N ESubscreva a assinatura enviando o pedido aoApartado 518 – 2000-906 SANTARÉM ou e-mail: jornalfolclore@gmail.comEuropa: 20,00 € * Europa: 25,00 € * Fora da Europa¨30,00 €

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE NOVEMBRO

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
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Telefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732

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ALTERAÇÃO MORADA
Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém.Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém N.º 177 (NOVEMBRO 2010)


N.º 177 (NOVEMBRO 2010)

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL
Diferentes formas de ver a cultura

NOTA EDITORIAL
Tocar na ferida dói...

DESTAQUES

- Praia da Vitória recebeu Congresso Nacional de Folclore

- Rancho de Moncarapacho inaugurou nova sede

- Bodas de Prata para o Rancho da Senhora do Monte de Pedroso

NOTÍCIAS
- Alhandra encontrou-se com tradições do Ribatejo e Oeste ,
- Uma comissão exige a publicação das actas e comunicações do último Congresso de Folclore do Ribatejo
- Folclore de Mortágua contagia região de Múrcia
- Grupo Danças e Cantares de Carreço na Ucrânia
- Grupo Cultural Semente, de Anta (Espinho), em França
- Rancho Regional do Sorraia (Coruche) na Polónia
- Lisboa vibrou com o XI Festival de Folclore do Grupo de Danças e Cantares Besclore
- Rancho Folclórico de Dem festejou o seu sexagésimo aniversário
- Rancho da Casa do Minho promoveu uma romaria minhota nos Jardins de Belém
- Rancho “As Lavadeiras do Sabugo” festejaram aniversário com festa de folclore
- Grupo Folclórico de Crastovães levou Festival ao conforto do seu espaço social
- Festival do Grupo “Os Pioneiros” de Vendas Novas com casa cheia

SECÇÕES:

ESFINGE Pelo Dr. Aurélio Lopes
TRADIÇÃO / INOVAÇÃO Pelo Eng.º Manuel Farias
PORQUE NÃO TE CALAS?
FESTIVAIS
Festivais a realizar no mês de Novembro

ALTERAÇÃO DE MORADA
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE OUTUBRO


TITULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO



JORNAL FOLCLORE
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ALTERAÇÃO MORADA

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N.º 176 (OUTUBRO 2010)

TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL

A “Universidade”

Perante o anúncio da formação de uma Escola de Folclore em determinada cidade do Ribatejo, um “ilustre” autarca de uma das freguesias do respectivo concelho logo ripostou: “Se eles têm uma Escola, nós temos uma Universidade!”. Cabecinha pensadora, a do expedito e sapiente edil. Quereria ele dizer que a formação “folclórica” infantil da sua freguesia superava em muito a “escolinha” da cidade-sede do concelho.
Entendido que deve ser em matéria de representação tradicional, o cioso autarca apressou-se a pôr os pontos nos is, e vá de atirar lenha para a fogueira, ao ponto de incendiar as hostes citadinas. Ciente dos seus conhecimentos profundos dos actos folclóricos, o eleito quis defender a sua “dama”, qual acção eleitoral. Escorregou contudo, na lama da sua “universidade” – e da sua própria ignorância. É que, no seu burgo o que existe é um grupinho de crianças adestradas no rodopio de umas danças, supostamente tradicionais, e vestidas uniformemente com umas roupinhas de adultos à medida das suas idades. Actua com a designação de “rancho folclórico infantil”.
Ao que consta, a representação etnográfica e folclórica da novel formação citadina contrasta com a formação do lugar do inflamado autarca, e ao que parece prima pela sensatez na escolha das fatiotas acriançadas, como na realidade os meninos e meninas de outros tempos vestiam. Com justeza, a denominam de “Escola Infantil de Folclore”.
A campanha eleitoral ainda vem longe para tão exaltadas observações, ainda por cima infectadas de perfeitas imbecilidades.
Quem te manda sapateiro professorar na universidade do povo...
Manuel João Barbosa, director

NOTA EDITORIAL

Folclore? Não!

A afirmação impõe-se perante o chorrilho de disparates que passaram numa das sessões do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, em Santarém, protagonizados por uma formação, dita folclórica, chegada dos lados de Ponte de Lima, anunciada como “Rusga”. Teria passado efectivamente pelo admirável espaço do Festival o folclore da bonita região alto minhota? Não, com certeza! O palco do certame foi, por alguns minutos, campo de uma arrepiante cavalgada, mesmo com laivos de alguma ferocidade, tal o ímpeto com que a veloz equipa “folclórica” correu, pulou, sapateou e rodopiou – “parecendo perseguidos por todos os demos do inferno”, como diz Aurélio Lopes na página 2 desta edição – e anunciando que estariam a dançar modas do seu folclore. Ficámos constrangidos, pensando nos coitados dos avoengos da região, se na realidade teriam passado momentos tão tortuosos para se regalarem com o voltear de um bonito Vira ou na marcação regalada de uma Chula. Esta, picada ou não, decerto que seria muito mais harmoniosa e proporcionada à característica recreativa que estava associada à diversão.
Mas o despropósito da representação (?) alto minhota passa ainda por uma sessão de completo erotismo, com as ágeis bailadoras em descarados jeitos de levantar as saias até ao cós, não se inibindo de uma natural candura. O recato das gentes de ontem, passou hoje a alguma libertinagem no que respeita aos costumes, no desempenho de certos grupos auto denominados de folclóricos.
Assiste-se a uma desavergonhada e atrevida reprodução das sensuais coreografias que nos chegam do estrangeiro – quais macaquinhos de imitação – trazidas por companhias de dança, preparadas para galvanizar as plateias, numa ousadia sem limites e contra os mais básicos princípios de retratação cultural popular.
Por cá, vão-se regalando os olhos masculinos mais impudicos e lascivos, perante a devassa do pudor feminino.
Por estas e por outras, o folclore nacional continua pelas ruas da amargura, descredibilizado e sem notoriedade.
O director

DESTAQUES

- FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE CIDADE DE FARO. O PULSAR DE CULTURAS DO MUNDO
Formações folclóricas representativas de sete países – Martinica, Malta, Turquia, França, Letónia, Cuba e Portugal – espalharam pelo sotavento algarvio vida e cor, através da música, dos trajes e das danças de um folclore tão autêntico como exótico. O Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro – Folkfaro – mostrou o “pulsar de culturas do mundo” – o tema da edição deste ano – num apelo à paz e à tolerância entre povos. Através do folclore, trezentos embaixadores culturais espalharam neste recanto da Europa a mensagem da concórdia e da união, promovendo a amizade e semeando afectos. Milhares aplaudiram e aclamaram os mensageiros. A organização foi do Grupo Folclórico de Faro.

Textos e fotos: Manuel João Barbosa
Fantástico, é o adjectivo com que nos atrevemos a rotular mais uma edição do Folkfaro- Festival Internacional de Folclore Cidade de Faro, que decorreu entre 21 e 29 de Agosto na cidade capital do Algarve e noutras cidades e vilas da região do sotavento algarvio. A responsabilidade da organização do evento é do Grupo Folclórico de Faro.
O Festival cumpriu um vasto programa, especialmente delineado para a edição deste ano. A cultura tradicional de sete países de três Continentes, naturalmente tão distintas entre si, mostrou-se durante nove dias em sessões regulares, com um programa desdobrado em múltiplas actividades. Os protagonistas empenharam-se na promoção da paz e da tolerância, um dos desígnios consagrados pelo Festival.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE. UMA SEMANA DE FOLCLORE NO JARDIM MUNICIPAL DO FUNCHAL
O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, Funchal, concluiu mais uma edição do Festival “Semana Europeia de Folclore”, a sétima da iniciativa criada em 2003. Entre 29 de Agosto e 3 de Setembro o Auditório do Jardim Municipal do Funchal recebeu o folclore da Rússia, Itália, Venezuela, Portugal Continental e Madeira. Uma vez mais a lotação do recinto foi escassa para receber tão elevado número de espectadores, em grande parte estrangeiros. A organização recebeu rasgados encómios pelo sequente êxito da iniciativa.

Texto e fotos: Manuel João Barbosa
Os sons e os tons do folclore da América do Sul, do Leste e da Europa animaram durante uma semana o atractivo espaço de espectáculos do aprazível Jardim Municipal do Funchal. O Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova concluiu mais uma edição do Festival “Semana Europeia de Folclore”, uma iniciativa criada há sete anos, com êxito crescente. O evento acaba integrado nas Festas do Vinho, que na altura decorrem no Funchal, em estreita colaboração com a Secretaria Regional do Turismo e Transportes, promotora do certame que teve realização nos dias sequentes à Semana Europeia de Folclore.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- FESTIVAL INTERNACIONAL DE PONTA DO SOL. FOLCLORE DANÇOU-SE NO MAIS BONITO JARDIM DA MADEIRA
Tão bela quanto admirável foi uma vez mais a realização do Festival Internacional de Folclore de Ponta do Sol, na Madeira. São estes os adjectivos certos para definir o que os olhos contemplaram, ao olhar o palco do Festival. A arte e o bom gosto aliaram-se outra vez, tornando único o cenário de mil cores, que matizaram também o folclore, também ele transmudado em pétalas de uma incomum policromia. Os responsáveis pela preparação do evento – dos organizadores aos patrocinadores – receberam uma avalanche de elogios.

Manuel João Barbosa
O Grupo de Folclore de Ponta do Sol acautelou de forma desvelada o espaço do seu Festival, que decorreu no dia 28 de Setembro com alta distinção. Todas as atenções se voltaram para o incomum espaço que recebeu o folclore, oferecido pelos grupos convidados, que se exibiram por entre a policromia de deslumbrantes arranjos florais, criados pela arte e bom gosto de João Egídio, já um veterano no alindamento do palco.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- FESTIVAL INTERNACIONAL ‘CELESTINO GRAÇA’
O FOLCLORE DA EUROPA NO PALCO DE SANTARÉM
Depois de ter assinalado o ano passado as suas Bodas de Ouro, o Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’ acaba de concluir a sua 51.ª edição. Cinco países estrangeiros – Eslováquia, França, Macedónia, Polónia e Ucrânia - e Portugal completaram as quatro sessões programadas, que se pautaram pelo sucesso, aferido por consideráveis assistências de um público interessado. O Festival que tem a supervisão do CIOFF, organismo internacional que vigia a organização de Festivais de Folclore em todo o mundo, tem a organização do Grupo Académico de Danças Ribatejanas, de Santarém.

Texto e fotos: Manuel João Barbosa
Entre 2 e 5 de Setembro decorreu em Santarém a 51.ª edição do Festival Internacional de Folclore ‘Celestino Graça’, que contou com a participação de cinco representações internacionais e sete representações nacionais. O público mais uma vez não se alheou do acontecimento e esteve presente em considerável número em todas as sessões do Festival.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- VIANA DO CASTELO: FOLCLORE DE SETE PAÍSES NO FESTIVAL DO ALTO MINHO
À riqueza e diversidade culturais, este certame acrescentou aprendizagem. Portugal, Cuba, Irlanda do Norte, México, Peru, Quénia e Turquia foram os países representados na 14ª edição do Festival de Folclore Internacional Alto Minho, que decorreu de 30 de Agosto a 6 de Setembro. No total, o certame reuniu 13 grupos, 6 estrangeiros e 7 de Viana do Castelo, compostos por cerca de quinhentos músicos e bailarinos.
O Festival incluiu quatro “Grandes Galas”, que decorreram na Praça da República, em Viana do Castelo, e noites de folclore em Paredes de Coura, Valença, Vila Nova de Cerveira e Vila Praia de Âncora.
(Desenvolvimento na edição impressa)

NOTÍCIAS

- FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha na Polónia
- MADEIRA: ENCONTRO DE FOLCLORE DO PORTO SANTO TEVE PARTICIPAÇÃO CONTINENTAL
- Festival do Rancho de Zebreiros homenageou falecido director
- Lisboa: Rancho da Ribeira de Celavisa ofereceu tarde de folclore junto ao Panteão Nacional
- Festa de Folclore na Bemposta
- Coruche: Rancho de Vila Nova da Erra organizou Festival de qualidade
- Porto de Mós: Festival Internacional de Folclore no Arrimal
- Rancho Regional dos Foros de Salvaterra de Magos fez Festival
- Rancho Folclórico de Fonte Boa realizou Festival
- Rancho Folclórico de Baião esteve na Madeira
- Mercado da República em Tomar
- Festival Internacional da Cidade do Porto cumpriu a XXX edição
- Águeda. Macieira viveu folclore nativo
- Etnográfico da Gafanha da Nazaré cumpre o cerimonial da procissão na Ria

SECÇÕES:

ESFINGE
– Rótulos e etiquetas, pelo Dr. Aurélio Lopes

TRADIÇÃO / INOVAÇÃO
– O contexto (ainda), pelo Eng.º Manuel Farias

* PORQUE NÃO TE CALAS?


FESTIVAIS
Festivais a realizar no mês de Outubro

Alteração morada
Informamos que o endereço postal do Jornal Folclore passa a ser o seguinte:
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Agradece-se contudo que toda a correspondência seja enviada exclusivamente ao Apartado 518 – 2000-906 Santarém



A S S I N E
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terça-feira, 14 de setembro de 2010

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE OUTUBRO

JORNAL FOLCLORE
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ALTERAÇÃO MORADA

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N.º 176 (OUTUBRO 2010)
ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL

A “UNIVERSIDADE”

NOTA EDITORIAL

FOLCLORE? NÃO!

DESTAQUES

- FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE CIDADE DE FARO. O PULSAR DE CULTURAS DO MUNDO

- SEMANA EUROPEIA DE FOLCLORE. UMA SEMANA DE FOLCLORE NO JARDIM MUNICIPAL DO FUNCHAL

- FESTIVAL INTERNACIONAL DE PONTA DO SOL. FOLCLORE DANÇOU-SE NO MAIS BONITO JARDIM DA MADEIRA

- FESTIVAL INTERNACIONAL ‘CELESTINO GRAÇA’
O FOLCLORE DA EUROPA NO PALCO DE SANTARÉM

- VIANA DO CASTELO: FOLCLORE DE SETE PAÍSES NO FESTIVAL DO ALTO MINHO


NOTÍCIAS

- FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO
Grupo Folclórico da Casa do Povo da Camacha na Polónia
Grupo Cultural Semente em França
- MADEIRA: ENCONTRO DE FOLCLORE DO PORTO SANTO TEVE A PARTICIPAÇÃO DE FOLCLORE CONTINENTAL
- Festival do Rancho de Zebreiros homenageou falecido director
- Lisboa: Rancho da Ribeira de Celavisa ofereceu tarde de folclore junto ao Panteão Nacional
- Festa de Folclore na Bemposta
- Coruche: Rancho de Vila Nova da Erra organizou Festival de qualidade
- Porto de Mós: Festival Internacional de Folclore no Arrimal
- Rancho Regional dos Foros de Salvaterra de Magos fez Festival
- Festival da secção Infantil do Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja
- Rancho Folclórico de Fonte Boa realizou Festival
- Rancho Folclórico de Baião esteve na Madeira
- Mercado da República em Tomar
- Festival Internacional da Cidade do Porto cumpriu a XXX edição
- Criada na Califórnia uma Associação de grupos folclóricos lusos
- Águeda. Macieira viveu folclore nativo
- Etnográfico da Gafanha da Nazaré cumpre o cerimonial da procissão na Ria

SECÇÕES:

Esfinge – Pelo Dr. Aurélio Lopes

- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias

* PORQUE NÃO TE CALAS?


FESTIVAIS
Festivais a realizar no mês de Outubro

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE SETEMBRO


TITULOS DA EDIÇÃO DE SETEMBRO

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 SantarémApartado 518 - 2000–906 SANTARÉM – E-mail: jornalfolclore@gmail.comTelefone e Fax: 243 599 429 – TM 919126732
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ALTERAÇÃO MORADA

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N.º 175 (SETEMBRO 2010)

SEMPRE A MELHORAR
A partir desta edição, o Jornal Folclore passa a ser impresso em papel couché brilhante. A finalidade é melhorar – ainda mais – a impressão fotográfica. Trata-se de uma melhoria que acarreta naturalmente um maior encargo financeiro na produção do Jornal, mas será uma forma de correspondermos às melhores expectativas dos nossos fiéis assinantes e leitores em geral. Aliamos assim o melhor trabalho redactorial a uma superior qualidade gráfica.
ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL

- PLÁGIOS

NOTA EDITORIAL

- OS ENGANOS DAS FORMAÇÕES “INTERNACIONAIS”

DESTAQUES

- Festival Internacional de Folclore nas Terras da Feira
‘Danças do Mundo’. Festival invadiu as Terras da Feira
- Ilha Terceira: FESTIVAL INTERNACIONAL DE FOLCLORE DOS AÇORES. Milhares rendidos ao maior espectáculo Insular
- Sabores serranos e sons tradicionais da Serra do Caldeirão em Festival Cortelha revive a tradição e promove a cultura



NOTÍCIAS

- Óscar Mundial do Folclore distingue duas folcloristas de Portugal. Cerimónia terá lugar em Itália
- Federação reúne em Congresso nos Açores
- Relva (S. Miguel). A chuva não prejudicou a Mostra Folclórica do Atlântico
- Rancho de S. Miguel do Milharado festejou o 34.º com Festival de Folclore
- ÊXITO DO FOLCLORE PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO
Rancho das Lavradeiras da Trofa nas Astúrias
Associação Etnográfica Os Serranos nas Baleares
Etnográfico Danças e Cantares do Minho na Turquia
Rancho da Fajarda na Bulgária
Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde na Alemanha
Lavradeiras da Meadela obtiveram assinalável êxito no Canadá
Etnográfico de Areosa viu premiado na Polónia o Folclore de Viana do Castelo
- Fundação INATEL promoveu cursos de formação musical
- Coruche: Festival das Festas do Castelo ao toque da bailinho da Madeira e do salero de Múrcia
- Alcanhões: Festival de folclore animou a Feira de Santa Marta
- Reguengo da Parada assistiu a mais um bom Festival de Folclore
- Festival Internacional de Moncarapacho foi ponto alto da Feira de artesanato
- Rancho da Ribeira de Santarém assinalou as Bodas de Prata do seu Festival
- Grupo italiano falha compromisso no Festival de Landeira e instala-se em Penafiel
- Tendais recebe Encontro de Tocadores de Concertina e Cantadores ao Desafio
- Grupo de Figueiredo, Braga, fez reviver tradições em Feira Rural
- Grupo da Boa Nova (Funchal) no Canadá

SECÇÕES:

Esfinge – Pelo Dr. Aurélio Lopes
AMIGOS DO PEITO

- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias
HARMONIA, UM VALOR

* PORQUE NÃO TE CALAS?

FESTIVAIS

FESTIVAIS A REALIZAR EM SETEMBRO

Alteração morada
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terça-feira, 24 de agosto de 2010

LINKS

Aceda a outros sites
http://www.ffp.pt
http://folclore-online.com
http://gatafunhosmeus.blogspot.com

SEMPRE A MELHORAR

A partir da edição de Setembro, o Jornal Folclore passa a ser impresso em papel couché brilhante. A finalidade é melhorar – ainda mais – a impressão fotográfica. Trata-se de uma melhoria que acarreta naturalmente um maior encargo financeiro na produção do Jornal, mas será uma forma de correspondermos às melhores expectativas dos nossos fiéis assinantes e leitores em geral. Aliamos assim o melhor trabalho redactorial a uma superior qualidade gráfica.

domingo, 18 de julho de 2010

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO DE AGOSTO

JORNAL FOLCLORE
Praceta Pedro Escuro, 5 – 2.º Dt.º - 2000-183 Santarém
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ALTERAÇÃO MORADA
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N.º 174 (AGOSTO 2010)

ALGUNS TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL
Povo “letrado”

NOTA EDITORIAL
Poetas e trovadores



DESTAQUES

- Danças do Mundo nas águas do Rio Águeda
- Tradições de povos do mundo passearam-se por Penacova
-


NOTÍCIAS

- Óscar Mundial do Folclore para Luciana Aguiar
- A infância de outros tempos deu o mote ao Festival de Glória do Ribatejo
- Rancho “As Cerejeiras de Fetais” comemorou aniversário com festa de folclore
- Festival do Rancho de Nossa Senhora do Monte Pedroso em ano das Bodas de Prata
- Rancho de Vila Nova do Coito levou tradições ao Convento
- Grupo Folclórico de Faro na Carolina do Norte
- Rancho Folclórico e Etnográfico de Mogadouro em Praga …
- … e o Rancho de Torredeita em França
- Associação Grupo dos Amigos de Loulé foi declarada ‘Pessoa Colectiva de Utilidade Pública’
- Grupo da Universidade de Coimbra comemorou o 25.º aniversário e lançou CD
- Rancho de Cela Velha, Alcobaça, organizou mostra da gastronomia regional
- Feira Rural em Paranhos
- Festival do Rancho de Santa Maria da Reguenga animou o centro cívico de Santo Tirso
- Festi’Batalha: mostra e venda de produtos regionais animada com folclore
- Rancho de Várzea Fresca procura impor-se no folclore do Ribatejo
- As edições do Jornal Folclore guardam-se encadernadas para memória futura
- Festival Nacional de Folclore em Rio Frio foi um êxito.
- ‘Povo que Lavas no Rio Águeda’ com ténue imersão nas raízes
-



OPINIÃO
- Folclore e Etnografia encantam turistas e população
Por: Dr. Mário Nunes
- CRONICA DURIO-BEIROA
As Segadas de antigamente
Por: Jorge Oliveira Pinto




SECÇÕES:

- Esfinge – Pelo Dr. Aurélio Lopes

- Tradição / Inovação – Pelo Eng.º Manuel Farias

CARTAS AO DIRECTOR
-

* PORQUE NÃO TE CALAS?

* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS
Relembrar a edição N.º 17

FESTIVAIS

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quinta-feira, 1 de julho de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE JULHO

TITULOS DA EDIÇÃO DE JULHO

JORNAL FOLCLORE
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N.º 173 (JULHO 2010)

TÍTULOS DA EDIÇÃO

EDITORIAL

Imagens proibidas
Casos há que por uma questão de logística, o folclore é apresentado em salas onde as regras – vá lá saber-se porquê – estabelecem a proibição da captação de imagens. Logo o repórter fica impossibilitado de registar fotograficamente o evento e mostrá-lo com imagens que, em muitos casos, as palavras escritas não podem dizer. Somos pela teoria de que “uma fotografia vale por mil palavras”. Um dos casos mais recentes passou-se no Teatro Municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo, quando na mítica sala decorreu um inédito espectáculo comemorativo das Bodas de Platina – 75 anos – do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela. Quem teve o privilégio de assistir, deleitou-se com a beleza da representação, mas ao comum cidadão foi impedido de “ver” nos órgãos de comunicação social os “retratos” de tão relevante espectáculo. Este é um caso entre muitos. Outrossim, o Grupo Folclórico aniversariante, ao assinalar tão simbólica data, ficou igualmente impossibilitado de ajuntar ao seu repositório um pedaço importante da sua própria história, que ficaria documentada e enriquecida com mais um recheado álbum de imagens, que pela vida fora recordariam, e arrolavam ao arquivo já vasto e rico do prestigiado grupo, o simbolismo data.
Coisas que as malhas da burocracia tecem.
Manuel João Barbosa, director

NOTA EDITORIAL

Medalhas, diplomas… e afins
O Dr. Aurélio Lopes, colaborador e membro da Cooperativa Editora do Jornal Folclore, entendeu “desaprovar” numa crónica que fez publicar num jornal regional de Santarém, as distinções atribuídas a folcloristas – dirigentes, componentes e outros cooperantes – que viram reconhecida a sua dedicação ao movimento folclórico, quer no que respeita à prática do folclore, quer no que concerne ao seu dirigismo. O reconhecimento é normalmente dado ao mérito pelo trabalho desenvolvido em favor da causa da cultura popular e do folclore. O antropólogo entende que é injustificado o reconhecimento ao empenho e a um continuado apego à vertente cultural popular – o folclore – um compromisso moral que obriga quase sempre a uma hipoteca da própria vida familiar. O reconhecimento é certificado, tão só, por um simples papel passado (um diploma) ou uma medalha, aferindo uma continuada presença, ao longo de vários anos, quer envergando um traje, ou, por outra qualquer forma, cooperando na defesa e divulgação dos valores culturais tradicionais.
Citando o colunista: “(…) São as inúmeras homenagens que os grupos folclóricos desenvolvem em si e entre si através de uma rede de atribuição de medalhas, diplomas, certificados, salvas, placas, taças, etc., a pretexto das mais variadas razões. Por terem sido fundadores. Ou por terem cinco anos de associados. Ou dez. Ou vinte. Ou vinte e cinco. (…) A prosaica formação leva depois a inventar pretensiosas atribuições, à semelhança do macarrónico “Óscar do Folclore”, ou, como já não bastasse, o recente “Grande Colar da Ordem de Mérito!”.
(…)
Estamos em crer que não será pelo supradito reconhecimento que virá “mal” ao folclore”! Não somos apologistas de injustificadas e corriqueiras distinções que, sem motivo aparente e algum fundamento, são alardeadas pessoas com incontáveis homenagens. Mas entendemos que é gratificante para quem, durante tantos anos da sua vida, manifesta de forma desinteressada e graciosa uma completa paixão pela preservação das suas tradições populares, envergando um traje ou dirigindo a associação, receba merecidamente o reconhecimento pela sua continuada e apaixonada colaboração à formação ou associação que integra. Afinal, é esse o único contributo que, de forma voluntária o cooperador recebe, e que representará, decerto, muito mais que qualquer remuneração financeira.
O estigma – e algum desdém – criado à volta de um devido e merecido reconhecimento pela abnegada colaboração, não deve ser assim tão censurado. Entendemos nós. Afinal, a excepção mais não é que o testemunho de gratidão e mérito ao trabalho, à cooperação, à ajuda, ao apoio e à cooperação em favor de uma causa, participada de forma voluntária e generosa. Que aos devotos folcloristas seja permitido receber a gratidão – pelo menos isso – pela colaboração oferecida. Seja com um diploma, uma medalha… ou um “colar”.
Manuel João Barbosa, director

DESTAQUES

- SANTARÉM. Folclore encontrou-se na Feira Nacional de Agricultura
- FOLCLORE PEREGRINO. Milhares de folcloristas em peregrinação ao Santuário de Fátima

NOTÍCIAS

- Estão aí os grandes Festivais
- Lavradeira de Viana do Castelo ''vestida'' com sardinhas é cartaz de festival de folclore
- Agência de Faro da Fundação INATEL promoveu um desfile Etnográfico no âmbito das comemorações do seu 75.º aniversário
- Curso de Especialização e Pós-Graduação em Etnografia e Folclore não foi cancelado
- Rancho Típico de S. Mamede de Infesta comemorou as Bodas de Ouro
- Rancho Folclórico de Zebreiros assinalou a passagem do 51.º aniversário
- Encontro de Cultura Tradicional Minhota. O Minho cantou e dançou em Lisboa
- Minhotos em Loures promovem Encontro de Culturas
- Festival de Folclore Cidade de Leiria
- Rancho Tradicional de Cinfães promove Encontro de Tradições
- Grupo Típico de Ançã festejou 32 anos
- Águeda: Vinizaima do Chão: sucesso cultural e social
- ‘Povo que Lavas no Rio Águeda’. Aí está novo espectáculo inter-associativo sobre as águas do rio, em Águeda
- Grupo Folclórico de Faro comemorou o 80.º aniversário
- Lavradeiras da Meadela comemoram o 76.º aniversário
- Tarde soalheira deu mais encanto ao Festival do Rancho de Arrimal
- ALCANENA. Rancho Folclórico de Gouxaria comemorou as Bodas de Prata
- Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo comemorou 80 anos
- Grupo das Lavradeiras da Meadela na Expo 2010, em Xangai (China)

SECÇÕES

ESFINGE
- A ESFINGE - Pelo Dr. Aurélio Lopes

TRADIÇÃO / INOVAÇÃO
- TEXTO E CONTEXTO - Pelo Eng.º Manuel Farias

* PORQUE NÃO TE CALAS?

* FESTIVAIS. Festivais a realizar durante o mês de Julho

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sábado, 1 de maio de 2010

CAPA DA EDIÇÃO n.º 171 (MAIO)

JORNAL FOLCLORE
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N.º 171 (MAIO 2010)

RESUMO DA EDIÇÃO

EDITORIAL

CRITÉRIOS NA ATRIBUIÇÃO DOS APOIOS
Falámos na edição anterior sobre os critérios (ou a falta deles) que servem à atribuição de apoios financeiros e logísticos ao movimento folclórico, particularmente pelas autarquias. Quase sempre, a qualidade representativa não é tida em conta. Tão pouco importa a apresentação de um plano de actividades recheado de interessantes iniciativas.
O critério de distribuição dos dinheiros públicos é, na generalidade, completamente desajustado. Ao invés de premiar o mérito e o trabalho, envolve-se antes numa detestável preocupação pelos votos que hão-de cair nas urnas. Outrossim, muitas são as benesses, financeiras e outras, que são atribuídas debaixo da simpatia do autarca relativamente à associação ou aos dirigentes, funcionando também, muitas vezes, a cor política. A frieza pelas coisas do folclore leva ainda a uma orçamentação intencional, dependendo do gosto do autarca relativamente à área associativa, não sendo raro alguma preferência pelo desporto.
Depois, temos a forma aleatória como são atribuídos os subsídios; tanto recebe o grupo que pouco ou nada faz, como aquele que apresenta um calendário cheio de actividades e representações concelhias.
Os critérios de atribuição de subsídios terão de ser alterados, devendo premiar o trabalho dos grupos que se empenham numa retratação tão fidelizada quanto possível aos aspectos culturais e tradicionais da sua região.

NOTA EDITORIAL

FEDERAÇÃO E COMPADRIOS
Numa reunião concelhia de grupos folclóricos levada a cabo no Ribatejo, supostamente preparada como uma acção de sensibilização para um efectivo trabalho de representação tradicional pelos grupos do concelho – que contudo, primou pelo alheamento (ausência) da maior parte dos promotores folclóricos locais – um autarca presente, depois de um elogio ao movimento folclórico do seu concelho, terá afirmado: “Pouco nos interessa a Federação do Folclore, visto que os grupos são federados por compadrios”. O desabafo terá partido depois da acusação, no decorrer da reunião de folcloristas, sobre um eventual fraco desempenho dos grupos do concelho anfitrião da iniciativa, por em 11 grupos activos não haver nenhum com trabalho aprovado pela Federação. O reparo não terá agradado ao responsável autarca, que logo minimizou o trabalho da Federação.
Restam as provas de tão grave afirmação. E onde estará a fonte de informação, relativamente ao favoritismo das filiações pela Federação, já que, será suposto que a informação do autarca a nível do movimento federado, estará a léguas de conhecer eventuais filiações proteccionistas por parte dos conselheiros técnicos do organismo de Arcozelo.
A acusação quando parte do cidadão anónimo tem o benefício da absolvição pela liberdade de expressão. Mas quando é maquinada por um responsável de um órgão de soberania, deve carecer de prova ou justificação pelo peso que tem. Por demais quando a denúncia é tornada pública numa acção que se queria de pedagogia e se propunha exigir o melhor desempenho do trabalho de associações que são apoiadas com o esforço financeiro, logístico e humano por parte da entidade patrocinadora da actividade social e cultural do concelho, e que, nestas circunstâncias, devem justificar o melhor possível o uso dos dinheiros públicos que cada ano recebem. Um pressuposto que parece não é tido em conta pelo autarca presente na assembleia de folcloristas do seu concelho.

DESTAQUES
- Cultura Popular: Superstições, Crenças, Assombrações
Pesquisa e compilação: Manuel João Barbosa

O nosso folclore é muito rico na diversidade de lendas, superstições, crenças, assombrações. Histórias do imaginário popular que não podemos negar ou afirmar que existam, mas constituem casos relatados por pessoas que merecem todo o nosso respeito pela sua integridade moral.
Superstição é a crença sobre relações de causa e efeito que não se adequam à lógica formal, ou seja, são contrárias à racionalidade; como a crença comum, de que quebrar um espelho causa azar.
As superstições, não fundamentadas ou assentes de maneira irracional no ser humano, podem estar baseadas em tradições populares, normalmente relacionadas com o pensamento mágico. O supersticioso acredita que certas acções (voluntárias ou não) tais como rezas, curas, conjuros, feitiços, maldições ou outros rituais, podem influenciar de maneira transcendental a sua vida.
O que distingue a superstição da sabedoria e do senso comum é que afirma existir uma relação causal entre os acontecimentos devido a forças supranormais: destino, poder invisível dos astros, poder invisível dos ritos mágicos, poder invisível dos espíritos e outros.
(Desenvolvimento na edição impressa)

NOTÍCIAS

- Federação expulsa grupos infractores
- Federação levou formação a França
- Em Pedroso (Vila Nova de Gaia): Jornadas Técnicas instruem os grupos da zona do Douro Litoral Centro
- Encontro com os Grupos da região da Beira Litoral
- No Vale de Santarém relembraram-se as “toiras”
- Noite do Torricado na Glória do Ribatejo
- Rancho de S. Torcato prepara edição cinquentenária do seu Festival
- Encontro de Cantares Quaresmais em Idanha-a-Nova
- TÁ-MAR: Festival com cheiro a mar
- Etnográfico Danças e Cantares do Minho comemorou em festa o seu 30.º aniversário
- Rancho da Casa do Povo de Aveiras de Cima faz festa das Bodas de Ouro
- Público exige a repetição. Grande êxito do espectáculo comemorativo das Bodas de Diamante das Lavradeiras da Meadela
- Instrumentos tradicionais animaram serão em Alcanhões
- Encontro do Folclore Português na Feira Nacional de Agricultura a 5 e 6 de Junho

OPINIÃO
- Problemas folclóricos de ontem permanecem hoje, por Dr. Mário Nunes
- Problemas folclóricos de ontem permanecem hoje – Pelo Dr. Mário Nunes
- Encontro de Cantares Quaresmais em Idanha-a-Nova – Pelo Dr. António Catana


SECÇÕES
Esfinge – “Óscares”, “Galas”; “Tocatas”. E o mais que adiante se verá – Por Dr. Aurélio Lopes

Tradição / Inovação – Um olhar sobre a estratégia (2) – Pelo Eng.º Manuel Farias

Cartas ao Director - Velhos

* PORQUE NÃO TE CALAS?

* FOI NOTÍCIA… HÁ 13 ANOS
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FESTIVAIS


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sexta-feira, 2 de abril de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE ABRIL

RESUMO DA EDIÇÃO DE ABRIL

JORNAL FOLCLORE
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TÍTULOS DA EDIÇÃO N.º 170
(ABRIL 2010)


EDITORIAL

O menino folclorista e a rebeldia escolar
Leandro Pires, o menino de 12 anos que decidiu pôr termo à vida por, supostamente, não suportar uma inqualificável violência dos seus companheiros da escola que frequentava (EB 2,3 Luciano Cordeiro, em Mirandela), tem sido emblema da rebeldia que vagueia entre a comunidade escolar. O caso não teria merecido reflexão da parte deste órgão de comunicação social, não fora o facto da criança de Cedainho (Mirandela) ter sido um dedicado folclorista, apesar da sua tenra idade, enquanto componente interessado do único rancho que está em actividade na sua terra (notícia na página ??).
O caso Leandro é o “rosto” da indisciplina escolar que graça nos estabelecimentos de ensino no nosso País. A violência entre alunos dentro das Escolas exige uma mudança rápida das omissões que invadem um quadro legislativo deficiente, imperfeito e falho de normas educativas e formativas.
A escola deve ser um pólo de formação do homem de amanhã. E aos formadores – os professores – deve ser permitido, naturalmente de forma regrada, exercer funções educativas como de formação. Sem intercessão de rebeldia.
Que o caso Leandro sirva para alterar regras e mentalidades. Dentro dos estabelecimentos de ensino e na sociedade em geral.
O director
NOTA EDITORIAL

A formação superior
Demos conta na edição de Fevereiro da criação dum curso de formação superior na aérea do Património Cultural Popular – Etnografia e Folclore. A ocupação de algum tempo livre – as aulas têm horário pós-laboral – tem a garantia da certificação oficial da respectiva frequência, autenticada por uma credibilizada instituição de Ensino – o Instituo Politécnico de Tomar. Outro sim, o saber de um seleccionado grupo de formadores, igualmente garantirá proveitosos resultados na achega de conhecimentos sobre uma matéria de capital importância, que só tem merecido desconsideração porque a ela se associa o tão “desprezível” termo “folclore”.
Num país onde o sistema ensino, segundo um estudo recente, se rege por regras arcaicas em relação à esmagadora maioria dos países europeus, louve-se quem ousou desafiar esse mesmo sistema e propôs a prática de um ensaio sobre cultura popular no currículo escolar. E logo de formação superior!
O movimento folclórico, protagonizado pelos grupos de cariz tradicional, há muito que está carente de quadros com formação adequada que possam instruir sobre a representação. Supostas vozes sabedoras espalharam durante décadas a sua teoria. O tempo silenciou-as. Hoje espalham-se pelo País pretensas sabedorias, que se dizem entendidas na matéria, quer no que respeita à etnografia como ao folclore. Mau grado, não foram atempadamente instruídas sobre os preceitos da retratação tradicional, que permitisse uma adequada formação dos promotores folclóricos – os grupos e ranchos. Em muitos casos, nem uma longa carreira de dirigismo é o garante de boas práticas. É pobre o quadro nacional de mestres pedagogos sobre cultura tradicional.
O curso pioneiro em formação sobre o Património Popular que se anuncia para a vila ribatejana da Golegã, sob a égide do Instituo Politécnico de Tomar, dá início a um ciclo novo na área da formação. Mas o projecto corre o risco de abortar por falta de formandos.
Que os empenhados dirigentes folclóricos – como outros atraídos pela temática da cultura popular – saibam usufruir de tão relevante oportunidade de formação. O folclore nacional agradece.
O director
DESTAQUES

- OS SUBSÍDIOS DA POLÍTICA
Apoios autárquicos entre palmas e assobios

Manuel João Barbosa
Quanto recebem os grupos folclóricos de apoio à actividade pelas suas Câmaras Municipais? Qual é a política de atribuição dos subsídios autárquicos? Foi o que quisemos saber junto de vários grupos de folclore de diversificadas regiões do País com o propósito de avaliarmos os critérios de apoio financeiro e logístico ao movimento folclórico. Prognosticando uma realidade cheia de pontos sombrios, quisemos saber onde eles mais escureciam. O mapa que então pudemos traçar, dá-nos uma resposta convincente do que se passa pelo País: são em maior número as autarquias que estão abaixo da linha de água, navegando em área vermelha, isto é, não apoiam quanto deviam a actividade associativa. Cada vez mais os cordões da bolsa estão a fechar-se ao movimento folclórico em particular, com primazias e benefícios de outros sectores.

Os critérios que traçam o propósito de amparar economicamente a actividade do movimento associativo pelas autarquias são aleatórios, ou seja, não afinam pelo mesmo diapasão. Os planos de apoio são elaborados segundo a vontade dos autarcas, sem base numa qualquer norma regulamentar análoga, que deveria haver mas não há. Logo, os dinheiros a distribuir pelas associações tem orçamentação intencional, dependendo do gosto do autarca relativamente ao desporto, à cultura ou à formação. Não serão raras as transferências de chorudas verbas para colectividades desportivas de pouca expressão. Pesa o simples facto da tendência desportiva dos autarcas.
(Desenvolvimento na edição impressa)

- Abrantes: Rancho de Casais Revelhos passa a membro efectivo da FFP no dia que comemorou as Bodas de Prata
- Santa Maria da Feira: Grupo do Orfeão da Feira fez reviver as ‘cantaradas’ de trabalho num serão ao alpendre
- ACÇÃO PROMOVIDA POR TRÊS RANCHOS DO CONCELHO DE CORUCHE. Relacionar os grupos entre si e ajudar para representação
(Desenvolvimentos na edição impressa)

NOTÍCIAS

- Trapaça que chega de França pode levar ao roubo
- “Vendilhões do tempo”
- Folclore distribuiu flores pelos primeiros turistas chegados ao Funchal depois do temporal
- Entre o Tejo dos avieiros e a charneca dos vinhateiros. Rancho de Benfica do Ribatejo recriou tempos que já lá vão
- Batalha: Cantos de encanto e instrumentos tradicionais deliciaram na Rebolaria
- Tarde de Folclore assinalou o 53.º aniversário do Rancho Ceifeiras e Campinos de Azambuja
- Federação promove Jornadas Técnicas em Paris
- Jornadas Técnicas em Vila Nova de Gaia e Encontro Nacional de Conselheiros
- Feira Rural Portuguesa em Arcozelo decorre entre 30 de Abril e 2 de Maio
- Associação de Folclore da Região dos Templários inaugura sede e homenageia fundadores
- Grupo Folclórico de Faro recebe parcela de terreno para futura sede
- Capital Europeia da Cultura quer o folclore na programação
- Rancho do Bairro de Santarém: plano de actividades com 30 mil euros de orçamento
- Criança desaparecida no Rio Tua era componente do Rancho de São Tiago de Mirandela
- Rancho do Vale de Santarém vai recriar tarefas agrícolas da região
- Rancho Fazendeiros de Montemor-o-Novo assinalou 52 anos com Festival de Folclore
- Rancho do Cartaxo oferece fados em ‘Noite Castiça’

SECÇÕES

Esfinge – A essência e a existência, pelo Dr, Aurélio Lopes

Tradição / Inovação – Um olhar sobre a estratégia, pelo Eng.º Manuel Farias

Cartas ao director – “Velhos”


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quarta-feira, 3 de março de 2010

CAPA DA EDIÇÃO DE MARÇO

RESUMO DA EDIÇÃO DE MARÇO

JORNAL FOLCLORE
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N.º 169 (MARÇO 2010)

ALGUNS TITULOS

EDITORIAL

VERGONHA DA PALAVRA FOLCLORE
Não poderá deixar de causar alguma angústia entre os folcloristas em geral o anúncio da Associação Etnográfica ‘Os Serranos’, trazido a público nesta edição. Com efeito, a prestigiada Associação de Belazaima do Chão, simpática localidade do interior serrano do concelho de Águeda, informa que irá deixar de “fazer referência ao termo ‘folclore’” na denominação do seu núcleo cultural que ao folclore e à etnografia locais tem dado provas de um completo e rigoroso trabalho de representação. Alega-se que o termo folclore “não é entendido como sinónimo de cultura, nem como área de rigor, de veracidade histórica, de conhecimento antropológico e de talento na concepção e na sua apresentação”, justificam os responsáveis. Os Serranos passarão assim a apresentar-se como Grupo de Cultura Nativa do Caramulo Ocidental.
Relembramos aqui as palavras de um outro abalizado dirigente, quando em actos públicos sempre afirma: “Eu já tenho vergonha de pronunciar a palavra folclore quando trato de assuntos do foro administrativo!”, fundamentando a timidez de proferir o termo pela forma depreciativa como o vocábulo é entendido pela sociedade.
Uma e outra situação são comuns a muitas outras. O pudor de utilizar a palavra já está a acercar-se de muitas bocas, porque o ‘folclore’ é tido como coisa deprimente, uma actividade só de simplórios. Naturalmente que, muitos que desta forma entendem o termo “folclore” revelam antes uma confrangedora ignorância. Mas, convenhamos, que são os maus promotores do folclore – os “excêntricos do folclore nacional” – que mostram algo mascarado de tradicional e que acabam por ser um mau retrato do folclore, oferecendo uma imagem degradante que promove a depreciação do próprio folclore.
As regras não estão criadas e cada qual faz o que bem entende, mesmo quando o que é feito seja destoante e estranho dentro da vertente do dito folclore.
Manuel João Barbosa

NOTA EDITORIAL

14 ANOS
Passam catorze anos da saída do primeiro número deste Jornal. Propusemo-nos então a que no dia 1 de cada mês, cada edição estaria à leitura de cada leitor, levando notícias do movimento folclórico nacional, como assim de algumas mensagens de pedagogia sobre a representação tradicional. Pensamos que não houve incumprimento da palavra dada. A nossa proposta tem-se concretizado. De uma e de outra forma. Faz já catorze anos! Uma meta impensável num mundo de lóbis, onde de forma tão evidente e inegável está a comunicação social escrita.
Mas como sobrevive num País de pressões sociais e económicas, um projecto individualista, onde o peso dos grupos financeiros é enorme? Não nos ficará mal apontarmos três vectores que consideramos vitais para o longo percurso que trilhamos desde o já distante ano de 1996: perseverança, firmeza e honestidade. Sem obsessão. E naturalmente também longe de mediatismos.
Alguns abrolhos nos têm magoado os pés nessa caminhada. Já experimentámos também o agre sabor da hipocrisia de gente de íntimo falso, que deambulam dentro movimento folclórico. Este, porventura, o golpe mais cruel, que, contudo, não chegou para trazer algum esmorecimento. Mas é a razão que continuadamente nos empurra na jornada que iniciámos há 169 edições, tantas quantos os meses de existência. Sem interrupções.
Aos fidedignos assinantes e anunciantes, pedras-base da prossecução deste projecto, aqui deixamos uma vez mais o reconhecimento pela dedicada ligação, que em muitos casos vem da primeira hora. Uma lealdade que recompensamos de forma muito modesta com um reconhecido agradecimento.
Manuel João Barbosa


DESTAQUES
- Espaço de memórias da tradição portuguesa e do regionalismo
Museu de Arte Popular tem reabertura anunciada

- Vidas em comum pelo folclore. O namoro, o casamento, a família…
Amor entre danças


NOTÍCIAS
- Grupo das Lavradeiras da Meadela integra uma Arruada Minhota na Expo 2010 em Xangai
- A Associação Etnográfica Os Serranos deixará de fazer referência ao seu Grupo de Folclore. Os Serranos abandonam o uso do termo folclore
- O dito por não dito
- Aldeias do Xisto candidatas às 7 Maravilhas Naturais de Portugal
- Presidente da República visitou as Aldeias do Xisto
- Rancho “As Paliteiras” de Chelo comemorou 31 anos
- Grupo de Concertinas “ Os Alegres de Castanheira de Pera” em Itália
- Águeda: Os Serranos na Casa da Cultura de Famalicão (Guarda)
- Acção conjunta de sensibilização promovida por três ranchos do concelho de Coruche
- Conselho Técnico Regional da FFP para a Zona dos Templários promove ‘Conversas Sobre Folclore’
- O projecto dos avieiros na Feira Internacional de Lisboa
- Apresentado na Golegã o Curso de Especialização e Pós-Graduação em Património Cultural, Etnografia e Folclore
- Grupo de Folclore da Casa de Portugal cantou as Janeiras ao Co-Príncipe de Andorra
- Ponta Delgada: Cantar às Estrelas na Relva
- Vila Nova de Gaia
Rancho de Nossa Senhora do Monte de Pedroso está a comemorar as Bodas de Prata
- Exposição na Casa do Bombo, em Lavacolhos
- O professor de concertina Vasco Simões foi homenageado
- Associação de S. João de Rio Frio aprova relatório de Contas e Plano e Orçamento
- Grupo Etnográfico 7 Castelos festeja aniversário
- Grupo de Bombos das Mercês vai comemorar 20 anos
- Rancho Folclórico de Paçô realizou o seu Festival de Folclore

OPINIÃO
“Folclore” - o jornal cultural do País. Por: Dr. Mário Nunes

Crónica Durio Beiroa - Ainda o Entrudo. Por Jorge Oliveira

SECÇÕES
Esfinge – Levantamentos. Pelo Dr. Aurélio Lopes

Tradição / Inovação - O medo das palavras – Parte 2. Pelo Eng.º Manuel Farias

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